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Aneurismas cerebrais: como a neurocirurgia pode salvar vidas

  • Foto do escritor: Portal SBN
    Portal SBN
  • 14 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Considerada uma doença grave, seus sintomas podem causam muita confusão entre a população

Os aneurismas cerebrais, dilatações anormais nas artérias do cérebro, afetam milhares de pessoas todos os anos e, quando se rompem, podem causar danos neurológicos severos ou até levar à morte. O que muitos desconhecem é que, com diagnóstico precoce e o avanço das técnicas neurocirúrgicas, é possível salvar vidas e preservar a qualidade de vida dos pacientes.

Segundo a Dra. Vanessa Milanese, Diretora de Comunicação da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, muitas vezes assintomáticos, os aneurismas podem ser descobertos por acaso em exames de imagem. Em outros casos, dores de cabeça intensas, visão turva e náuseas podem ser sinais de alerta. “Quando o aneurisma se rompe, o socorro rápido é vital. Nesses casos, a neurocirurgia desempenha um papel essencial: técnicas como a clipagem cirúrgica e a embolização endovascular conseguem interromper o sangramento e evitar complicações mais graves", explica a especialista. 


Sintomas do aneurisma cerebral 

O aneurisma cerebral é considerado uma doença silenciosa, vale a pena prestar atenção nos seguintes sintomas: dor de cabeça súbita, náuseas, vômitos, confusão mental, dor de cabeça extrema e perda de consciência.

O progresso da neurocirurgia nos últimos anos trouxe mais segurança aos procedimentos, contando com abordagens menos invasivas, menor tempo de recuperação e taxas crescentes de sucesso. “Hoje, conseguimos intervir com muito mais precisão, protegendo áreas vitais do cérebro e dando ao paciente uma nova chance de vida”, afirma.

A especialista finaliza dizendo que a adoção de hábitos saudáveis, o controle da pressão arterial, realização de exames regulares, não fazer uso de tabaco, evitar uso de drogas e controlar a diabetes podem ajudar a reduzir as chances de um problema nesse sentido. “E, sobretudo, lembrar que a informação salva vidas, e a neurocirurgia, quando necessária, pode ser a chave para recomeçar. O diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento e qualquer sintoma atípico deve ser investigado por um especialista", finaliza a médica. 

 
 
 

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